quarta-feira, 6 de março de 2013

Bônus Mérito 2013 - Meritocracia Tucana (PSDB)

O bônus é um item previsto em lei, a de nº 1.044/2008, que estabeleceu a carreira dos trabalhadores do Centro em vigor atualmente.
Seu pagamento é condicionado à edição de um decreto por parte do governador do estado e, geralmente, costuma vir em março, por ser o prazo final para o fechamento contábil do ano anterior e pela necessidade de justificar o gasto constitucional de 30% de sua arrecadação com a manutenção e o desenvolvimento da educação.
O bônus e o bode
Todos os anos é a mesma coisa: ninguém sabe se vai receber ou não. Ficamos desde janeiro – quando o 13º salário já acabou faz tempo – perguntando se o bônus vai sair, quando vai sair, qual valor vai ter... e nenhuma resposta concreta do governo aparece. Um grande mistério rodeia o pagamento do Bônus Resultado! É a velha política de colocar o bode na sala. POLÍTICA DO PÃO E CIRCO!
Ocorre que, pela política da meritocracia – instituída pelo PSDB no estado de São Paulo em 2000 – só recebe benefícios quem “tem mérito”.
Os critérios para a definição de quem “tem mérito” costumam ser extremamente injustos, pois a maioria não depende dos esforços dos trabalhadores e guarda relação com a infraestrutura, ou seja, é de responsabilidade do governo: laboratórios precários, bibliotecas mal equipadas, falta de funcionários e professores e vários outros, que contribuem diretamente para a evasão escolar. O resultado é que uma parcela significativa da categoria recebe pouco ou até nada de bônus. 
Para reflexão
O trabalhador deve fazer um cálculo: pegue seu bônus e divida por treze (doze salários e um décimo terceiro). No final, vai perceber que era melhor ter um salário digno, que lhe garantisse o sustento da sua família; que era melhor não acumular tantas dívidas para “quitar” com o bônus; que era melhor ser respeitado diariamente, ao invés de iludido com uma “bonificação” que pode receber este ano, mas não é garantida para o ano que vem.

fONTE: SINTESPS; http://www.sinteps.org.br/news0445.htm


Festival de Literatura em vídeo 2013

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Lei e polícia para quem precisa!

Minha casa minha vida - Dinheiro público - no futebol.
Continuando a abordagem do uso de dinheiro público com atividades esportivas, especialmente o futebol, já tramita no Congresso Nacional o projeto de lei nº 4.905, de 2012, que veda o patrocínio de empresa estatal a clubes profissionais de futebol. Conforme artigo 1º - Respeitados os contratos vigentes, é vedado às empresas públicas e sociedades de economia mista, de que a União tenha participação acionária, conceder patrocínio a clubes profissionais de futebol.
Como se sabe, a Caixa Econômica Federal fechou contrato de patrocínio com o Corinthians no valor de R$ 30 milhões/ano. Segundo Lauro Jardim, colunista da revista Veja, o contrato só foi possível devido à intervenção direta do ex-presidente Lula, corintiano assumido.
Há algum tempo também o Flamengo foi beneficiado por alguns anos com patrocínio da Petrobrás.
O curioso disso é que já há lei que proíbe a uma empresa estatal patrocinar instituições que tenham dívidas com o governo, e só o Corinthians deve nada menos do que R$ 50 milhões aos cofres públicos.
O clube paulista, por fim, ainda foi beneficiado com R$ 800 milhões de recursos públicos, entre isenções de impostos e empréstimo direto, para a construção de seu estádio. Talvez explica-se pelo cadastro de algumas instituições aderirem ao  plano de subsídio do Governo Federal: MINHA CASA MINHA DÍVIDA!
Já o brasileiro que realmente precisa, este, infelizmente, amarga seu salário de fome, não tem direito algum cumprido.