terça-feira, 16 de setembro de 2014

Clube da Bolada: #gigantedormiudenovo

Em meio à denúncias, críticas, declarações públicas, de  partidos políticos e candidatos, notícias de jornais, revistas... As eleições desse ano prometem altas temperaturas, pois o escândalo envolvendo a PETROBRÁS está provocando uma guerra nos bastidores. 
Estão lá Renan Calheiros, presidente do Senado, Henrique Alves, presidente da Câmara, ministro Edison Lobão, governadora Roseana Sarney, ex-governador Sérgio Cabral e até o falecido Eduardo Campos. De Santa Catarina, o nome do deputado João Pizzolatti, presidente interino do PP estadual. Em se falando de legenda; PT, PMDB e PP são os principais envolvidos. 
E se há ou não perseguição da mídia sobre o Governo do Estado, PT... 
Bom, é preciso pesquisar para inteirar-se de todos os envolvidos, então, teremos uma lista muito maior da bancada dos "bons políticos". Isso inclui parentes de Aécio Neves, segundo Jornal Opção, além do mesmo estar envolvido em outras denúncias, como: Tancredo Tolentino, transforma Tribunal de Justiça de Minas Gerais em um balcão de negócios, vendendo sentenças que libertaram traficantes de drogas que operavam no estado, conforme consta na denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal ao Superior Tribunal de Justiça. Ou ainda: O caso da apreensão do helicóptero carregado com 450 quilos de cocaína pertencente à empresa do deputado Perrella, filho de Zezé Perrella e um dos políticos mais próximos do então senador Aécio Neves.
Em contra partida ao escândalo da Petrobrás, o povo brasileiro esquece  do CARTEL do METRÔ...A formação do cartel, segundo documentos da Siemens, foi em 2000, desde a gestão Mário Covas - PSDB  - (1995-2001). O contrato de 404 milhões de reais (735 milhões em valores atualizados) previa o fornecimento de trens e equipamentos para a linha-5 Lílas do Metrô. Ao todo, treze empresas participaram. Ao entregar o cartel, a empresa firmou um acordo de imunidade caso as denúncias sejam comprovadas. O caso foi revelado pelo jornal Folha de S.Paulo em julho de 2013. A suspeita é que o esquema tenha supervalorizado cinco contratos em até 30%, acarretando prejuízo de 577 milhões de reais.
 Enfim, o resultado de tanta pesquisa, entendimento de esquemas, escândalos, bancadas, partidos, quem escolher, votar consciente, corrupção, o menos pior, 'pior que tá não fica', fica resumida na charge de Diego:

#gigantehibernando #saiudasruas #sembandeiras #semfronteiras #honestidadesempartidos #bancadadabolada #formandoquadrilha